Arquivo para Novembro 22nd, 2007

No Limite da Ansiedade

Diante de situações estressantes, é normal manifestarmos certo grau de ansiedade. Porém, quando ela se prolonga no tempo e buscamos alívio em recursos destrutivos, é hora de buscar ajuda médica.

Por Sérgio Mortari

Uma das queixas mais freqüentes do homem moderno refere-se ao problema da ansiedade: “Como muito porque sou ansioso”, dizem alguns. “Comecei a usar drogas porque me sentia muito aflito”, justificam-se outros. A ansiedade é, em geral, caracterizada por sentimentos de angústia, aflição, grande inquietação físico-psíquica e irritabilidade, que podem ou não estar acompanhados de uma sensação de nó na garganta ou dor precordial, que, assim como as dores físicas, leva a alterações no comportamento e influencia o aprendizado e a adaptação. Tais sintomas, muitas vezes, podem fazer com que o paciente acredite que está com algum problema cardíaco.

O importante é saber que todos nós possuímos um componente de ansiedade considerado normal, por se referir a uma resposta natural diante de situações estressantes e desconfortáveis. É mais que compreensível, por exemplo, que uma pessoa demonstre certa ansiedade porque um familiar vai submeter-se a uma cirurgia ou porque aguarda a publicação do resultado de um concurso. O mesmo acontece diante de uma entrevista de emprego, quando se vai falar em público pela primeira vez, etc.

O problema surge quando o estado ansioso se prolonga no tempo e a pessoa, em vez de procurar ajuda especializada, lança mão de mecanismos negativos para aliviar o seu estado. Uma das causas do alcoolismo é justamente a ingestão inicial para aliviar a ansiedade, para se conseguir um estado de relaxamento ou se desinibir. O tabagismo, o uso de drogas e a obesidade são outros problemas que encobrem uma boa dose de ansiedade.

No caso da obesidade, a ingestão de alimentos é uma forma de compensação, pois o que se come, geralmente, são chocolates, doces, sorvetes – tudo o que traz prazer ao paladar. Só que esses momentos de prazer acabam se materializando nas medidas do corpo, que se vê aumentado. O pior, porém, é quando a pessoa começa a se sentir culpada e opta por aderir a dietas da moda ou automedicar-se.Por fim, acaba percebendo que, além de o problema não ter sido resolvido, outros surgiram.

Segundo os especialistas, a ansiedade possui três componentes, que devem ser bem pesquisados pelo médico: psicológico, somático e bioquímico. Para a determinação dos fatores psicológicos, é necessário que o médico ou psicólogo faça um histórico do paciente, anotando todos os acontecimentos relevantes da sua vida, desde a fase pré-natal. Pela teoria psicanalítica, a ansiedade pode ser solucionada a partir da identificação do conflito. Decodificando o conteúdo simbólico dos sintomas, a tendência é que eles desapareçam.

No plano somático, os sintomas podem materializar-se em distúrbios do sistema músculo-esquelético, como a rigidez muscular, contrações involuntárias, agitação motora, dores de cabeça, fraqueza, inquietação e dores lombares. Podem surgir também sinais de males cardiovasculares, como palpitação, taquicardia, ondas de calor/frio e palidez; manifestações no trato gastrointestinal, como boca seca, diarréia, náuseas e vômitos; e, no plano respiratório, respiração curta, opressão no peito e distúrbios nervosos, como tonturas e sensação de que se vai desmaiar. As condições médicas associadas à ansiedade podem incluir também problemas endócrinos, metabólicos e neurológicos.

O contato com multidões pode levar algumas pessoas ao descontrole.

O componente bioquímico da ansiedade é atestado pelos bons resultados de medicamentos específicos para o seu tratamento e também porque se pode constatar que os mecanismos cerebrais de quem sofre desse mal são afetados por alterações na liberação de serotonina e dopamina.

Por sua duração no tempo – mais de seis meses – e pelos sintomas apresentados, pode-se classificar a ansiedade como fator componente de vá-rios distúrbios, assim classificados:

Transtornos fóbico-ansiosos: ocorrem por causa de situações ou objetos bem definidos.

Agorafobia: o medo exagerado de lugares abertos, contato com multidões ou com situações em que haja dificuldade de fuga.

Fobias sociais: medo de expor-se ao contato com o público, que geralmente está associado a uma baixa auto-estima.

Transtornos de pânico: ataques graves de ansiedade, que, muitas vezes, provocam palpitações, dor no peito, tontura, despersonalização, medo de perder o controle, sensação de imobilidade.

Transtorno de ansiedade generalizada: leva a distúrbios do sono, sensação de nervosismo, palpitação, prejuízo do desempenho das atividades diárias, diminuição da memória e da concentração, porque a pessoa não consegue relaxar e está em permanente estado de alerta.

No tratamento da ansiedade, é preciso que haja uma combinação de psicoterapia, medicamentos, que podem ser homeopáticos, porque não levam à dependência, e acupuntura.

Além de utilizar técnicas de relaxamento que vão gradualmente ensinando o paciente a controlar suas respostas ansiosas, a psicoterapia vai fazer com que a pessoa entenda sua maneira de pensar, descubra o significado dos seus conflitos e aprenda a reagir de forma diferente diante dos agentes causadores de sua ansiedade. Após criteriosa avaliação de cada caso, o médico deve fazer a prescrição dos medicamentos e acompanhar o paciente, principalmente na fase inicial do tratamento, para um eventual ajuste na dose ou freqüência de uso.

Através da técnica tradicional ou da auriculoterapia, a acupuntura é um tratamento complementar muito valioso porque proporciona relaxamento e o equilíbrio das energias através da estimulação de pontos específicos do corpo.

Fonte: Planeta na Web

O que é cromoterapia?

Veja como a terapia das cores pode ajudar você a encontrar seu equilíbrio emocional

A cromoterapia usa as cores do espectro solar para equilibrar o ser humano e promover uma melhora na sua saúde integral. Seus princípios eram conhecidos no Antigo Egito, na Grécia, além da medicina tradicional chinesa e da medicina ayurvédica (indiana). Os princípios da terapia pelas cores presentes na medicina ayurvédica influenciaram muito a formação da cromoterapia ocidental moderna.

As sete cores do espectro solar (as mesmas do arco-íris e dos sete chakras principais), correspondem aos princípios da constituição do ser humano. Quando eles se encontram equilibrados entre si, sem a predominância de um e a falta de outro, o ser humano também se encontra equilibrado em todos os seus níveis de existência – físico/energético, emocional, mental e espiritual. Porém, quando há desequilíbrio entre estes princípios, nós nos desequilibramos em um ou mais níveis de nossa existência.

A cromoterapia pode corrigir ou prevenir estes desequilíbrios, favorecendo maior qualidade de vida e mais saúde para cada um de nós. Pode ser utilizada, sem problemas, como tratamento complementar à medicina convencional, não interferindo na ação das prescrições de seu médico. Ou, como terapia preventiva, para manter o equilíbrio energético interno.

Em um atendimento, o cromoterapeuta analisa individualmente o caso de cada cliente e estabelece um tratamento personalizado. Na entrevista inicial, são levados em consideração os motivos que levam o cliente a procurar a cromoterapia (seja uma doença ou outro motivo), seu tipo psicológico, entre outras informações. Também é realizada uma análise energética do cliente – complementar ao diagnóstico médico -, a fim de descobrir o tipo de desequilíbrio com o qual se está lidando e as melhores cores para corrigi-lo, além de como utilizá-las.

São vários os métodos de utilização das cores. Eis os principais:

Lanterna cromática
É uma lanterna com filtros coloridos removíveis e um cristal na ponta. Com ela, a cor selecionada é emitida no ponto em que se verificou o desequilíbrio energético. É o método mais utilizado na cromoterapia. Os outros métodos costumam ser aplicados como complementos a este.

Água solarizada
Neste método, enche-se uma garrafa de vidro colorido (ou envolta em papel colorido) de água potável. Esta garrafa é colocada sob a luz do sol da manhã (das 6h às 10h). A luz solar, filtrada pelo vidro ou papel colorido, energiza a água, que adquire as propriedades da cor selecionada. Esta água é tomada ao longo do dia, em pequenos goles. A cor e as doses da água solarizada devem ser indicadas por um cromoterapeuta, que leva em consideração o tratamento como um todo. Outras substâncias podem ser solarizadas, assim como leite, óleo de amêndoas (para massagem) e até mesmo alimentos.

Banho de luz
Neste método, o cromoterapeuta recomenda que o cliente compre uma ou mais lâmpadas das cores indicadas, e fique exposto à sua luz durante um determinado período, uma ou mais vezes ao dia.

Mentalização de cores
É um dos métodos mais eficazes, mas nem todos conseguem mentalizar as cores. Se o cliente conseguir, pode visualizá-las sobre o seu corpo ou sobre partes do corpo, durante o tempo indicado. No atendimento com a lanterna cromática, o cromoterapeuta costuma realizar ao mesmo tempo esta mentalização, para aumentar a eficácia do tratamento.

Existem vários outros métodos de utilização das cores na cromoterapia, mas estes são os principais. Outros incluem a dieta das cores, o uso de roupas coloridas, banhos de sol etc. Estes métodos serão explicados futuramente em outros artigos.

Abaixo, seguem algumas das indicações terapêuticas das cores.

Lembre-se: Não basta consultar esta ou outras tabelas para fazer um autotratamento, pois várias das cores possuem contra-indicações e não devem ser usadas em cromoterapia, sem avaliar o caso particular de cada pessoa. O vermelho, por exemplo, não deve ser aplicado em quem sofre de hipertensão, enquanto que o azul deve ser usado com cautela em pessoas depressivas. Um cromoterapeuta competente é o profissional que sabe avaliar as cores mais indicadas para cada caso e indicá-las em um tratamento eficaz e responsável. O uso indevido das cores pode causar novos desequilíbrios ao invés de um reequilíbrio geral do ser humano!

VERMELHO: hipotensão, apatia, doenças do sangue, obesidade, indolência. Equilibrador do chakra básico (chakra muladhara).

LARANJA: falta de criatividade, bronquite, cisto no ovário. Equilibrador do chakra sexual (chakra swadhisthana).

AMARELO: cicatrizante, problemas de aprendizado, indigestão, problemas de pele. Equilibrador do chakra umbilical (chakra manipura).

VERDE: bactericida, vaso-dilatador, gripe, regenerador. Equilibrador do chakra cardíaco (chakra anahata).

AZUL: hipertensão, calmante, doenças da garganta, infecções. Equilibrador do chakra laríngeo (chakra vishuddha).

ÍNDIGO: anestésico, glaucoma, sangramento nasal, catarata, insônia. Equilibrador do chakra frontal (chakra ajna).

VIOLETA:cauterizador, materialismo excessivo, psicoses. Equilibrador do chakra coronário (chakra sahasrara).

Gabriel Meissner
Encontrado em: Guia da Semana

Homeopatia e fitoterapia significam o mesmo para si?

O que é a Homeopatia?

A homeopatia é uma forma de medicina holística onde o diagnóstico tem em conta as características físicas e emocionais do paciente. O seu método terapêutico baseia-se na idéia de que os sintomas das doenças devem ser combatidos com reduzidas doses de medicamentos que produzam sintomas semelhantes em indivíduos sãos. Significa que a homeopatia rege-se pelo princípio de que “o semelhante cura o semelhante”.

Há diferença entre Fitoterapia e Homeopatia?

Sim. A fitoterapia é uma forma de tratamento que usa medicamentos de origem vegetal, em forma de cápsulas, tinturas, chás, etc. por sua vez, a homeopatia tem medicamentos de origem vegetal, mas também de outras origens animal e mineral. Além disso, a técnica de preparação dos medicamentos é totalmente diferente.

Como se apresentam os remédios homeopáticos?

Os remédios homeopáticos são apresentados em cápsulas ou comprimidos, gotas e tinturas. Também podem ser prescritos em pó, sob a forma de pomadas, cremes ou sob a forma de injeção. As cápsulas devem ser dissolvidas na boca como um rebuçado. Cuidados a ter: devem ser passadas do frasco para a tampa e desta para a boca, sem contacto com as mãos. Nas preparações líquidas, as gotas podem ser aplicadas na língua ou diluídas num pouco de água. As preparações em forma de pó devem ser diluídas num pouco de água.

Existem remédios homeopáticos mais fortes que outros?

Não é uma questão de mais forte ou mais fraco. Existe sim, o medicamento adequado. O especialista seleciona a potência de acordo com os sintomas e características do paciente.

O tratamento homeopático provoca efeitos colaterais ou reações adversas?

Não. O que às vezes pode ocorrer é o aparecimento de sintomas que correspondem à reação do corpo ao medicamento. É por isso que se deve evitar a automedicação.

O tratamento homeopático é demorado?

Geralmente não. Mas como cada pessoa é única, responde de forma diferente a um mesmo tratamento. Assim, o tempo de cura é variável.

Durante o tratamento homeopático é proibido ingerir álcool, café e chá?

Não necessariamente, a não ser que seja recomendada pelo especialista uma dieta de restrição.

A Homeopatia trata todas as doenças?

Existem doenças que são incuráveis seja qual for a forma de tratamento, devido a lesões irreversíveis nos órgãos. Nestes casos, o que o tratamento homeopático faz é melhorar a qualidade de vida do paciente. Por isso, pode ser usada em quaisquer doenças.

Se o paciente se esquece de tomar o medicamento num ou mais horários, compromete o tratamento?

O horário de toma dos medicamentos é importante, porém o tratamento não fica prejudicado quando se esquece. Tome assim que se lembrar, dando continuidade ao tratamento. Porém se algo diferente acontecer, consulte um especialista.

Os alimentos interferem no tratamento homeopático?

Não apenas no homeopático, mas em qualquer tipo de tratamento. Como tal, os remédios homeopáticos devem ser preferencialmente tomados algumas horas antes das refeições, a não ser que seja recomendado o contrário.

Fonte: Viva Naturalmente

Entrevista – Raphael Nogier

Nas Raízes da Auriculoterapia Em recente visita ao Brasil, o médico francês Raphael Nogier, cujo pai descobriu a auriculoterapia, concedeu esta entrevista a PLANETA. Também participaram da conversa, que acabou abrangendo pontos da acupuntura tradicional, o dentista Darwin Caldeira Ribeiro e o médico Jorge Boucinhas, brasileiros que desenvolvem alguns trabalhos com o dr. Nogier.

Por Fátima Afonso

PLANETA – Quais as diferenças básicas entre a acupuntura tradicional e a auriculoterapia?
Nogier - A acupuntura é uma técnica chinesa ancestral, que repousa, até certo ponto, nas noções filosóficas de yin e yang, que são energias complementares. Na acupuntura tradicional, a gente pica os pontos para controlar essa energia, que passa pelos meridianos. Na auriculoterapia não há essa idéia de energia; ela é uma técnica pura e simplesmente ocidental, descoberta em 1951 por meu pai, Paul Nogier, e que repousa em noções neurofisiológicas. A idéia básica é que a representação do sistema nervoso é feita de tal maneira que, na orelha, nós encontramos pontos que representam diferentes órgãos. Ou seja, colocando agulhas nas orelhas nós podemos agir sobre as funções desses órgãos ou sobre as dores nas áreas relacionadas a eles.

PLANETA – É possível fazer diagnóstico através da auriculoterapia?
Nogier - Sim. Se nós encontrarmos dor na área da orelha que representa o estômago, por exemplo, sabemos que há algo errado, algo problemático nesse órgão. Também podemos, através de aparelhos eletrônicos, medir a resistência oferecida pela pele da orelha à passagem da corrente elétrica; assim, é possível detectar (já que conhecemos o mapeamento do corpo na orelha) o ponto que apresenta disfunção.

PLANETA – Existe alguma relação entre o uso de brincos e a prática instintiva, digamos assim, da auriculoterapia?
Nogier - Realmente é uma coisa interessante essa história dos brincos. Basta lembrar que, em certa época, o hábito de colocar os brincos tinha funções bem específicas. Algumas amas, por exemplo, faziam as crianças usarem brinquinhos no ponto tradicional do olho, o que, entre outras finalidades, parecia ter como objetivo prevenir infecções oculares na criança. Já os piratas árabes utilizavam um brinquinho de ouro nesse ponto provavelmente para aumentar a sua acuidade visual e com isso ver os navios a serem pirateados bem antes de eles próprios serem vistos.

Darwin - O Bjorn Borg usava uma agulha grande no ponto do olho, e ele enxergava melhor do que qualquer outro tenista, colocando a bola no limite da linha de fundo da quadra.

PLANETA – Mas, hoje em dia, usam-se brincos até na região da orelha correspondente à coluna vertebral, por exemplo. Isso não pode, de alguma maneira, afetá-la?
Nogier - Sim, é possível não somente prejudicar a coluna, como o corpo em geral.

A craniopuntura

PLANETA – Tanto a auriculoterapia quanto a acupuntura podem tratar os mesmos distúrbios?
Nogier - Não. A acupuntura tradicional chinesa tem uma ação mais periférica, mais genérica, enquanto a aurículo age mais sobre o sistema nervoso central. Quando se vai tratar, por exemplo, um problema específico de articulação, joelho, tornozelo, consegue-se uma ação mais específica através da acupuntura tradicional. Com a auriculoterapia trato mais distúrbios ligados ao sistema nervoso central, como enxaqueca e problemas psicológicos.

PLANETA – A partir do Terceiro Simpósio Internacional de Auriculoterapia, realizado na França em maio de 2000, houve uma remodelação dessa técnica. Quais foram as principais mudanças aí introduzidas?
Nogier - Hoje em dia se passou a falar mais de acupuntura auricular para simplificar a nomenclatura, não mais auriculoterapia. O outro grande ponto forte do simpósio foi que se procurou dar um enfoque à pesquisa, à validação científica dos achados. Nos próximos anos, espera-se cada vez mais validar cientificamente a acupuntura auricular.

PLANETA – Como funciona a craniopuntura?
Nogier - Na craniopuntura, mais especificamente a da escola japonesa do dr. Yamamoto, emprega-se a agulha na região escalpiana, tendo-se uma ação sobre a microcirculação subjacente, com reflexo sobre as funções cerebrais dos hemisfé-rios situados logo abaixo.

PLANETA – Ela existe na China?
Boucinhas - Sim. Desde 1973, o dr. Jang, da Universidade de Xangai, criou uma escola de craniopuntura chinesa, depois transferida para a cidade de Nanquim. Mas a craniopuntura chinesa é bem diferente da japonesa. As escolas chinesas – hoje há três – são bem semelhantes; são uma forma de adaptar a neurologia e a neurofisiologia do Ocidente à medicina chinesa. Elas usam as mesmas topografias encontradas nos estudos de Europa e Estados Unidos e apenas aplicam agulhas na região imediata superior do crânio. Já a escola de Yamamoto emprega uma topografia que não tem correspondência nas áreas cerebrais (pelo menos não uma correspondência que a gente conheça) e, além disso, acrescenta os conhecimentos sobre órgãos e vísceras, o zang-fu. A escola japonesa, na verdade, é muito mais chinesa do que a escola chinesa, que é pura e simplesmente americana e européia.

Acupuntura em cirurgias

PLANETA – Embora em grandes cirurgias seja perfeitamente possível a analgesia através de acupuntura, no Brasil essa prática ainda está bastante restrita à odontologia. A situação é a mesma na Europa?
Darwin - Não. Eu tenho visto isso na Europa, inclusive na França, onde estive recentemente, junto com o dr. Nogier e o dr. Boucinhas, apresentando um trabalho sobre a analgesia por acupuntura auricular, que eu aplico em odontologia. Em Paris, eu vi um trabalho sobre cirurgia toráxica, o que nós estamos começando a fazer agora. Eu tenho um irmão que é cirurgião-plástico e venho fazendo a analgesia por acupuntura para pacientes seus que tiveram acidentes vascular cerebral, choque anafilático ou alérgico. Estamos também iniciando um trabalho agora para cirurgia toráxica.

PLANETA – Nos países do Oriente isso já é comum?
Darwin – Sim. Eu cheguei a ver um médico oriental fazer uma cirurgia de um tumor no pulmão usando uma técnica de analgesia com uma só agulha.

PLANETA – E por que ainda não se adota esse tipo de técnica no Brasil?
Darwin - Existem poucos profis-sionais da área que se dedicam à analgesia por acupuntura. É preciso, primeiro, conhecer a acupuntura muito bem, exercê-la profissionalmente, para depois fazer isso. E, no Brasil, a acupuntura com essa definição ainda é muito recente.

PLANETA – O medo ou a falta de confiança pode colocar em risco a analgesia por agulhas?
Darwin - O medo é relativo, porque o profissional brasileiro tem mostrado que não existe o perigo de dor nem de contaminação, já que se usam hoje agulhas descartáveis. Além disso, os resultados são tão eficientes que fazem com que a acupuntura seja melhor aceita. Tanto que há tramitando no Congresso uma legislação nova para regulamentar a acupuntura.

PLANETA – De que maneira remédios homeopáticos e florais podem auxiliar em tratamentos por acupuntura?
Darwin - Eles são ferramentas que se acoplam ao tratamento. Você não pode usar, por exemplo, um supressor, uma cortisona, um corticóide junto com a acupuntura, porque iria diminuir o efeito-resposta do organismo.

PLANETA – Ou seja, a acupuntura é menos eficiente quando se está tomando certos medicamentos
Boucinhas - Cortisona, qualquer psicotrópico, essas drogas mais pesadas para depressão e psicose – aldon, aneuroléticos, propomasina, neuropropomasina e outros psicotrópicos mais fortes – bloqueiam bastante o efeito da acupuntura. Tranqüilizantes mais leves, como benzodiazepan, têm uma pequena ação bloqueadora, assim como os antibióticos.

Homeopatia e florais

PLANETA – É possível utilizar o remédio homeopático colocando-o no ponto da acupuntura?
Darwin - Sim, você pode colocar o medicamento na própria agulha, inclusive vitaminas, complexo B, no ponto que lhe interessa, como no do fígado, por exemplo. Eu particularmente uso os remédios homeopáticos e os florais como um esquema de approche, de aproximação, para analgesia por acupuntura. Antigamente, era mais fácil se conseguir isso, já que o paciente vinha com menos medicação interferente, menos poluição sonora, menos intoxicação proveniente de uma bebida ou de uma droga; ele era mais puro, eu diria, e se conseguia um resultado melhor.

PLANETA – Como a poluição sonora pode afetar a analgesia por acupuntura?
Darwin - Ela traz um estresse, e o estresse interfere muito nesse processo.

PLANETA – Quer dizer que, se uma pessoa for se submeter a uma cirurgia de coração, por exemplo, e optar por fazer uma analgesia por acupuntura, deve passar antes por um tratamento antiestresse?
Darwin - Na verdade, para fazer analgesia por acupuntura é preciso que se faça o equilíbrio energético do paciente. Para conseguir esse tal equilíbrio, eu tenho usado atualmente os feromônios, que são substâncias voláteis em forma de aerossóis, expelidos por glândulas da secreção externa dos indivíduos com a intenção da aproximação do sexo oposto. Os feromônios bem equilibrados vão fazer com que a pessoa esteja melhor do ponto de vista sexual, da convivência social. Com o equilíbrio sexual, tem-se um pacien- te mais equilibrado para a analgesia por acupuntura. Eu uso também o V.A.S., o Vascular Autonomic Signal (Sistema Vascular Autônomo), que é uma técnica do dr. Raphael Nogier, e a fotopercepção cutânea. Dificilmente se conseguiria uma analgesia por acupuntura para um paciente que chegasse, por exemplo, com uma perna fraturada, sem ter, portanto, feito um equilíbrio antes. Por isso você precisa de todos esses mecanismos e também da homeopatia, dos florais, da quiropraxia.

PLANETA – Quanto tempo demora esse processo de reequilíbrio?
Darwin - Normalmente, de um a dois meses. Faz-se um teste para verificação do chi, que seria a capacidade analgésica individual, sete dias antes da cirurgia. A partir de um teste num ponto do intestino grosso, auricular ou localizado na mão, verifica-se se há passagem de corrente elétrica, se ocorre uma sensação de peso na aurícula ou na mão, ou se há uma sensação de dor – esse é o teste positivo. Então, depois de sete dias, se faz a analgesia por acupuntura.

PLANETA – Existe alguma pesquisa relacionando florais e remédios homeopáticos à acupuntura?
Darwin - Eu sou autor de um livro (Nova Acupuntura – Uma Técnica Contra a Dor, Ed. Ícone) que, entre outras coisas, fala do sistema binário da acupuntura e dos florais. Porque os florais também se baseiam no wushin, aquele gráfico chinês dos cinco elementos, em que, por exemplo, a madeira é ligada ao fígado. Nesse caso, o floral auxiliar é o Holy.

PLANETA – Até que ponto, dr. Nogier, é possível se livrar de vícios como o cigarro, as drogas e o álcool, com a ajuda de agulhas?
Nogier - Livrar-se, por exemplo, do tabagismo é muito difícil. Com a acupuntura auricular você vai ajudar o paciente, mas não vai resolver o problema.

PLANETA – Força de vontade seria aí o principal item?
Nogier - Não…

Darwin - Eu acho que ele quer dizer também que os problemas paralelos criam essa situação difícil. Recentemente, ele contou o caso de um cidadão que fumava, via a mulher no tanque lavando roupa e depois fazendo lasanha; ali havia aquele cheiro de cozinha. Aí ele resolveu mudar de mulher, parou de fumar, pôs dentes postiços e passou a jogar tênis. Mais tarde, quando ele viu a nova mulher na cozinha fazendo lasanha e lavando, voltou a fumar.

Nogier - O tabagismo é um problema de depressão. A nicotina, no caso, faz o papel de antidepressivo; é um problema muito complexo.

Tratando os vícios

PLANETA – Mas qual é a porcentagem de cura? Eu não gostaria de tirar a esperança dos fumantes que desejam se curar do vício…
Nogier - As grandes estatísticas têm provado que a aurículo é a melhor forma para auxiliar o fumante. Mas é uma ilusão pensar que está tudo resolvido depois de alguns meses; vários anos depois de a pessoa estar se abstendo de fumar é que se pode considerar o problema sanado. O mesmo se dá em relação às drogas e ao álcool. E é importante deixar claro que não basta só botar agulhas; a acupuntura auricular tem de fazer parte de um contexto de mudança global, no qual se inclui a psicoterapia, por exemplo.

PLANETA – É uma mudança inclusive interior, espiritualizante?
Nogier - Por que não? O tabaco é um problema muito, muito difícil. A companhia Philip Morris considera que o indivíduo precisa parar de fumar durante sete anos para se ter segurança de que não voltará a ser fumante. Antes disso, ele continua sendo alvo da publicidade.

PLANETA – Nos Estados Unidos existe um programa de recuperação de drogados que dá como opção ao indivíduo ir para a cadeia ou fazer um tratamento de um ano com ajuda da acupuntura. Existe algo parecido na França?
Nogier - Não, não há essa estrutura na França, mas no Canadá existe.

PLANETA – E o que o senhor acha disso?
Nogier - Embora eu não tenha experiência própria no caso, acho que deve ajudar, porque temos aí a coisa colocada na globalidade, na modificação geral.

PLANETA – Há cerca de três ou quatro anos, médicos brasileiros vêm tentando monopolizar o uso da acupuntura. Com isso excelentes profissionais não-médicos, técnicos, terão de abrir mão da prática. Como o senhor vê isso, dr. Nogier? Essa situação também ocorre na Europa?
Nogier - De maneira geral, espera-se que o médico conheça mais o erro que o não-médico. No caso específico da França, creio que o médico tem pouco tempo para trabalhar com a acupuntura. Talvez a solução fosse fazer como nos países escandinavos, nos quais existem médicos que supervisionam indivíduos que praticam a acupuntura. No caso específico da Escandinávia, onde tenho uma experiência pessoal, o médico tem responsabilidade em relação a qualquer coisa que aconteça com o paciente. Então, ele se encarrega de cuidar o melhor possível da formação de todo o pessoal auxiliar, porque cai tudo nas suas costas.

O problema básico, na verdade, é fazer um diagnóstico, saber se aquele caso tem uma indicação precisa para acupuntura. Feito isso, o tratamento passa a ser realizado pelo técnico, uma vez que a acupuntura em si não exige maiores conhecimentos em medicina. Eu mesmo sou tratado por um acupunturista não-médico. Por quê? Porque essa pessoa tem mostrado resultados muito bons. Estou perfeitamente satisfeito com ela.

Fonte: Planeta na Web

Auriculoterapia

Ao observarmos a orelha (também conhecida como pavilhão auricular), podemos notar sua semelhança com um feto de cabeça para baixo. Se massagearmos os lóbulos da orelha, (que representam a cabeça), simultaneamente com a ponta dos dedos indicador e polegar por 10 minutos, é possível aliviar dores de cabeça. Isto prova que os estímulos em regiões da orelha se refletem em nosso organismo.

O pavilhão auricular é um dos vários microssistemas do corpo humano, assim como a palma das mãos, a planta dos pés, o crânio e outros.

Na visão ocidental, cada microssistema mantém estreita relação com os demais sistemas e regiões do corpo através de reflexos cerebrais, ligando-se pela rede do sistema nervoso e comandando suas funções. Sendo assim, quando determinado órgão ou sistema do corpo apresenta alguma disfunção, o estímulo da área ou ponto correspondente na região auricular irá transmitir esta informação aos núcleos cerebrais e provocará a ação de regeneração do cérebro sobre o organismo.

Para a medicina tradicional Chinesa, a comunicação entre as diversas regiões do corpo se dá pelo fluxo do Qi, através de canais e meridianos. Estes canais se comunicam e se reúnem em cada microssistema. Quando ocorre um desequilíbrio no fluxo normal do Qi, o corpo demonstra distúrbios em sua atividade funcional. O estímulo da zona auricular correspondente permitirá regularizar este fluxo e retomar o equilíbrio normal das funções corporais.

A auriculoterapia serve ao tratamento de disfunções, analgesia da dor e também ao diagnóstico, já que é possível identificar-se um processo patológico através da maior ou menor reatividade ao toque em determinada zona auricular.

A auriculoterapia, em sua forma mais rudimentar, tem raízes no Egito, na Pérsia e na China. Ao longo dos séculos, encontram-se diversos documentos que relatam diferentes formas de estimulação de regiões do pavilhão auricular para o tratamento de doenças.

Em 1951, o médico francês Paul Nogier recebeu em seu consultório um paciente relatando que sofria de dor ciática e já havia tentado todos os tratamentos possíveis na época sem sucesso, porém, em uma viagem à Espanha, uma curandeira de Marselha cauterizou determinado ponto em sua orelha e curou sua dor ciática. A partir deste fato, o Doutor Nogier começou a pesquisar outros pontos da orelha para verificar a veracidade desta relação. Descobriu que na China e no Egito já haviam registros de tratamentos utilizando alguns poucos pontos auriculares, porém nada muito profundo e científico. Mais tarde, graças à sua determinação, o primeiro mapa auricular completo com todos os órgãos e vértebras do corpo foi desenvolvido e chegou às mãos do então presidente da China, Mao, que viu na Auriculoterapia uma forma de simplificar a acupuntura.

Os técnicos chineses então assimilaram ao máximo este trabalho, porém adaptando às noções de meridianos, Cinco Elementos e Yin e Yang. Em Dezembro de 1972, a Unidade de pesquisas do Exército do Povo, com sede em Naquim, publicou o primeiro livro especializado com o Mapa chinês, que possuía 200 pontos auriculares.

Como localizar uma zona ou ponto auricular

O pavilhão auricular de cada pessoa apresenta forma e tamanho distintos, variando devido à raça, compleição física e características individuais. Estas pequenas variações não afetam o posicionamento dos pontos auriculares, que se distribuem como um feto em posição cefálica, determinando os princípios gerais da representação de cada uma das partes do corpo humano no pavilhão auricular.

Cada ponto auricular é uma terminação nervosa. O estímulo exercido sobre ele percorre os ramos nervosos até o tronco cerebral e em seguida até a região do córtex cerebral correspondente ao órgão ou função estimulada, de onde é enviada uma mensagem da glândula hipófise (pituitária), a qual governa todas as glândulas do corpo para equilibrar as funções do órgão estimulado.

Quando sucedem desequilíbrios em nosso organismo, estes se manifestam no ponto ou área da orelha correspondente ao órgão ou função comprometida, através de mudanças morfológicas, na coloração da pele, dor à pressão, baixa resistência elétrica, etc. O ponto diagnosticado é então empregado para o tratamento aplicando-se sobre ele agulhas, sementes, cristais de quartzo, eletroestimulação, moxabustão, entre outros, obtendo assim a melhora dos sintomas e da causa do desequilíbrio.

Na Auriculoterapia é possível tratar qualquer tipo de desequilíbrio, seja ele de fundo orgânico ou emocional, podendo ser associada a qualquer terapia como o Reiki, a Massoterapia (Shiatsu, Tui-ná, Do-In, Ayurvédica, etc.), a Fitoterapia (plantas medicinais), os Florais de Bach e muitas outras. As crianças também podem ser tratadas pela Auriculoterapia com a vantagem de não ocorrerem efeitos colaterais. A única contra-indicação seria para as gestantes até o 5º mês de gravidez, pois existem pontos que atuam sobre o útero e poderiam provocar o aborto, porém pode-se realizar qualquer tratamento que não incida sobre estes pontos. Os resultados mais conhecidos dado o seu sucesso são os de: Emagrecimento, Tabagismo, TPM e dores de qualquer origem.

Atualmente, a Auriculoterapia é considerada parte importante da Medicina Tradicional Chinesa e pode ser utilizada tanto como técnica complementar à Acupuntura como técnica principal, pois possui um corpo teórico independente no tratamento e diagnóstico de distúrbios, sendo, inclusive, reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Por estimular o próprio organismo a se curar, produzindo substâncias que venham restabelecer o funcionamento equilibrado dos órgãos, a Auriculoterapia vem ganhando cada vez mais espaço e reconhecimento dentro da área das Terapias Naturais a nível mundial e agora também no Brasil.

Existem várias formas de estímulo ao pavilhão auricular, que podem ser escolhidas de acordo com a experiência do terapeuta ou de acordo com a resposta terapêutica do paciente. Normalmente são utilizadas sementes, agulhas filiformes e/ou agulhas semi-permanentes. Podem ser utilizadas também esferas de ouro, prata, aço, cristais, eletroestimulação, laser ou massagens auriculares.

Fonte: http://www.lucioescobar.ubbi.com.br

Como a água reflete nossos sentimentos

A água tem uma mensagem muito importante para nós. A água está nos dizendo para olharmos muito mais profundamente os nossos egos. Quando nós olhamos nossos egos através do espelho da água, a mensagem torna-se surpreendente, límpida, inteligível. Nós sabemos que a vida humana está conectada diretamente à qualidade de nossa água, dentro e em torno de nós.

As fotografias e as informações neste artigo refletem o trabalho de Masaru Emoto, um criativo e visionário pesquisador japonês. O Sr. Emoto publicou um livro importante, ” A Mensagem de Água, ” com as descobertas da pesquisa mundial que foi realizada por ele. Se você tem qualquer dúvida de que seus pensamentos afetam tudo em, e ao redor de você, as informações e fotografias que são apresentadas aqui, tiradas do livro com os resultados da pesquisa publicada por Emoto, mudarão sua mente e alterarão suas convicções profundamente.

Com o trabalho do Sr. Emoto ficamos munidos de evidência efetiva de que a energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e músicas, afetam a estrutura molecular da água. A mesma água que compreende setenta por cento de um corpo humano maduro e cobre a mesma proporção do nosso planeta. A água é a fonte de toda a vida neste planeta e qualidade e integridade são vitalmente importantes a todas as formas de vida. O corpo é como uma esponja e está composto de trilhões de câmaras chamadas células que comportam líquido. A qualidade de nossa vida está diretamente ligada à qualidade de nossa água.

A água é uma substância muito maleável. Sua forma física adapta-se facilmente ao que o ambiente contém. Mas a aparência física não é a única coisa que muda, sua estrutura molecular também muda. A energia ou as vibrações do ambiente mudarão a forma molecular da água. Neste sentido a água tem, não somente a habilidade de refletir visualmente o ambiente, mas também reflete molecularmente este ambiente.

O Sr. Emoto documentou visualmente estas mudanças moleculares na água por meio de suas técnicas fotográficas. Ele congelou gotas de água e examinou-as então sob um microscópio de campo escuro dotado de recursos fotográficos. Seu trabalho demonstra claramente a diversidade da estrutura molecular da água e do efeito do ambiente sobre a sua respectiva estrutura molecular.

A neve tem caído sobre a Terra por mais de alguns milhões de anos. Cada floco de neve, como já dissemos, tem uma forma e uma estrutura muito originais. Congelando a água e examinando a fotografia da estrutura, como o Sr. Emoto fez, você obterá incríveis informações a respeito da água.

Sr. Emoto descobriu muitas diferenças fascinantes nas estruturas cristalinas da água de muitas fontes diversas e condições diferentes ao redor do planeta. A nascente de água pura que jorra da montanha, mostra maravilhosos desenhos geométricos em seus padrões cristalinos. Águas poluídas e tóxicas das áreas industriais e povoadas, águas estagnadas das tubulações e represadas em armazenamentos mostram estruturas cristalinas definitivamente distorcidas e formadas aleatoriamente.

Com a popularidade recente da terapia da música, o Sr. Emoto decidiu observar que efeito a música tem na estrutura da água.

Colocou uma água destilada entre dois alto-falantes por diversas horas e fotografou então os cristais que se formaram depois que a água foi congelada.

Após ter visto como a água reagia às circunstâncias ambientais, poluição e música, o sr. Emoto e seus colegas decidiram observar como os pensamentos e as palavras afetavam a formação de águas destiladas não tratadas e águas puras, usando palavras datilografadas em papel por um processador de texto e coladas nos frascos de vidro durante a noite. O mesmo procedimento foi executado usando os nomes de pessoas falecidas. As águas foram então congeladas e fotografadas.

O trabalho extraordinário de Masaru Emoto é uma revelação surpreendente, e é uma ferramenta poderosa que pode mudar nossas percepções de nós mesmos e do mundo em que vivemos, sempre. Nós temos evidências profundas de que podemos curar positivamente e podemos transformar a nós mesmos e ao nosso planeta pelos pensamentos que nós escolhemos pensar e as maneiras como colocamos estes pensamentos em ação.

Autora: Jornalista – Ana Elizabeth Diniz.

[1] Ária para a corda SOL de Bach; [2] Madre Tereza; [3] Obrigado; [4] Adolph Hitler; [5] Você me faz mal. Eu vou matar você; [6] Amor e admiração; [7] Rock Heavy Metal; [8] Dança folclórica Kawachi; [9] Pastoriais de Bach; [10] Sutra Tibetano; [11] Represa Fujiwara, depois de uma oração oferecida; [12] Represa Fujiwara, antes do oferecimento de uma oração; [13] Rio Yodo, Japan, vazamento na Baía de Osaka. O rio passa Pelas maiores cidades em Kasai; [14] Lago de Biwako, o maior lago do centro do Japão e charco da Região de Kinti. A poluição está se tornando pior; [15] Fonte em Lourdes, França; [16] Gelo Antártico; [17] Rio do Japão-Shimanto, considerado o último Rio Limpo do Japão; [18] Nascente Sanbu-ichi Yusui.

Terapia de Vidas Passadas

A Terapia de Vidas Passadas (TVP) é uma técnica psicoterapêutica transpessoal, que consiste em trazer à consciência, para ser trabalhado terapeuticamente, as recordações de experiências traumáticas de existências anteriores, as quais estejam perturbando nossa vida atual.A causa de toda dor psíquica, de todo comportamento e de toda atitude equivocada radica-se na alma. Assim, a Terapia de Vidas Passadas é o encontro consciente com a alma. Ao nos encontrar com a alma, não só se resolvem as dores que nos perturbam em nossa vida cotidiana, mas também se produz um crescimento interior e uma abertura de consciência que nos leva a compreender o sentido, o porquê e a importância desta vida.

Terapia de Vidas Passadas é algo mais que fazer uma regressão, existindo todo um trabalho terapêutico que deve ser feito durante o transcurso da regressão. Portanto, uma coisa é fazer uma regressão e outra coisa é fazer uma terapia de vidas passadas. Para que a regressão seja terapêutica devem ser trabalhados os conteúdos emocionais de cada experiência traumática que o paciente está vivendo.

“Assim a Terapia de Vidas Passadas é o trabalho da alma, pela alma e para a alma.”

Indicações

O que se pode trabalhar com a TVP?

Basicamente tudo o que é motivo de consulta habitual para um psicoterapeuta pode ser trabalhado com a TVP. Fobias, medos, angústia, depressão, bloqueios, sentimentos de culpa, fracassos reiterados em nível afetivo ou material, perturbações de conduta, agressividade, distúrbios sexuais, problemas nos vínculos familiares ou em relacionamentos, tendência suicida e enfermidades psicossomáticas como alergias, asma, broncoespasmos ou psoríase, entre outras.

A TVP nos dá a possibilidade de limpar as emoções da alma, de nos libertarmos não só dos medos e das dores como também daquelas tendências destrutivas como a violência, a agressividade, o ódio ou a vingança, pois a única coisa que nos causa é um resultado mais doloroso.

Alguns sintomas se resolvem mais fácil e rápido que outros. A freqüência e a quantidade de sessões depende de cada paciente e do problema a trabalhar.
Este é um trabalho essencialmente evolutivo, tendo cada pessoa seu ritmo e seu tempo de trabalho, não dependendo assim da quantidade de vezes que se trabalhe, mas sim do tempo interior de cada um e da disposição para aceitar as verdades de si mesmo.

Estas emoções se instalam na alma em forma de energia. Vida após vida, as experiências similares reforçam estas energias emocionais originando assim padrões de conduta, mandatos e crenças, mecanismos de defesa, reações estereotipadas e uma compulsão à repetição que perturba nossas ações cotidianas.

Frente às distintas circunstâncias que nos toca viver cada dia, reagimos, sem saber, impulsionados por estas emoções não resolvidas de experiências do passado. Sem percebermos, o passado se projeta como uma sombra sobre cada ato de nossa vida, impedindo-nos de viver aqui e agora como um verdadeiro presente.

Para chegar ao fato traumático original não há necessidade de recorrer à hipnose tradicional. Esta não é empregada porque evita o compromisso consciente por parte do paciente e o impede de fazer-se responsável por suas ações passadas. A pessoa que está submetendo-se à TVP realiza todo o trabalho em plena lucidez, em Estado
Ampliado de Consciência.

Os resultados da TVP independem da crença religiosa do paciente. A pessoa é que deve realizar o trabalho que é apenas conduzido e assistido pelo terapeuta

http://www.viaterapias.com.br
Encontrado em: Portal Alpha

A Terapeuta Camila Sampaio disponibiliza gratuitamente seu e-book sobre TVP aqui. Ele contém explicações mais abrangentes e relatos de casos. Vale à pena ler.

A Arte de não adoecer

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva sempre triste”

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Fonte: Folha Popular
http://www.folhapopular.com/mostranoticias.asp?id=35700


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A Terapia Holística baseia-se no princípio de que toda doença é um desequilíbrio do corpo, mente e espírito, e não apenas uma causa. Que o homem deve ser visto e tratado como um todo, um conjunto, e não por órgãos em separado. A Terapia Holística ocupa-se com o doente e suas manifestações emocionais e mentais, e não só puramente com a sintomatologia da doença. Existem várias técnicas dentro da Terapia Holística, como a Terapia Floral, Fitoterapia, Aromaterapia, Cristaloterapia, Reflexologia, Auriculoterapia, Radiestesia, Cromoterapia, Geoterapia, Cristaloterapia, entre outras. É oportuno esclarecer, que qualquer uma dessas terapias acima não mantêm ligações com práticas "magicas". São cientificamente pesquisadas e tem seus efeitos comprovados ao longo do tempo. A Terapia Holística, às vezes errôneamente, é chamada também de Terapia Alternativa. Este é um engano que cria margem para várias especulações. O termo certo seria Terapia Complementar, já que nenhuma das terapias citadas ou que fazem parte desse campo de atuação, substituem o tratamento médico convencional. De outra forma, podem ser utilizadas simultaneamente ao tratamento alopático, desde que observadas as devidas precauções.

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